Nos recantos da condição humana
Convidado da Osesp, maestro alemão Helmuth Rilling fala sobre o Réquiem de Brahms, mensagem de consolo perante a morte
João Luiz Sampaio
"Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a vindoura." Não é de hoje que a morte fascina os mais diferentes artistas - e, entre eles, os compositores. Haendel, Bach, Mozart, Beethoven, Verdi, Fauré, Britten - todos eles fizeram incursões pelos textos da liturgia católica na busca por definir o fim ou renascimento que a morte pode sugerir. E, na lista, lugar especial tem o alemão Johannes Brahms. "Seu Réquiem Alemão destaca-se como uma das obras mais pessoais dedicadas ao tema", diz o maestro Helmuth Rilling, que rege a peça a partir de hoje na Sala São Paulo à frente da Osesp e de seu coro.
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